Quando a dor penetra na espinha
A lágrima corre e a garganta queima essa angústia
Quando o suspiro sai por desespero constante
A calma evade de mim
E já não posso respirar sem me engasgar
E o ansiar é constante
Ai me lembro
Que o SENHOR é o meu REFÚGIO
O SENHOR é meu ABRIGO e meu LAR
O SENHOR me livra da INSANIDADE dos homens
Do ÁCIDO do mundo FRENÉTICO e ESCURECIDO
E eu já não CHORO de dor
Mas ORO pelos que ainda MORREM
Mesmo que ELES não saibam
Pois o SENHOR me revelou seu INFINITO amor
A GRAÇA do CORDEIRO
Que em meio a catástrofe do meu coração
Me CINGE da CERTEZA de que ELE tem tudo nas mãos
Que o verdadeiro poder está no AMOR
E ele me faz IMAGEM E SEMELHANÇA da sua PALAVRA
Me RASGA ao meio com seu EVANGELHO DESPOJADOR
E ALEGRA meu rosto com seu AZEITE RESTAURADOR
E agora eu caminho sem MINHAS ASTÚCIAS
Mas com O PÉ NA ROCHA DE ESQUINA
Que trasformou
Um pequeno e pobre pecador
Cego e enganado do HORROR
Em ALMA PLENA DO SENHOR
EMANANDO ABUNDÂNCIA DE PAZ
Tu me fazes HOMEM
Tu me fazes HUMANO
Constrói em mim as TUAS OBRAS e TEU LABOR
Eu não me embasso nem me intimido pelo mal
Mesmo que me cerque o terror
EU SEI E DIGO A QUEM FOR
SENHOR...
TU ÉS O MEU BALUARTE DO AMOR!

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